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Anatel e Ancine firmam acordo de cooperação técnica para combate ao IPTV pirata

A Anatel e a Ancine assinaram na última quarta, dia 8, um Acordo de Cooperação Técnica com vistas à realização de ações conjuntas ou de apoio mútuo, bem como atividades complementares, mediante a promoção do intercâmbio de dados, experiências, informações e tecnologias. Além do combate à pirataria do IPTV (as caixinhas, ou TV box), já adiantado por este noticiário, o acordo abrange diversas áreas que concernem a regulação dos mercados de audiovisual e de telecomunicações, incluindo Condecine-Teles, canais de distribuição obrigatória, mercados relevantes de audiovisual, dentre outros considerados de interesse das agências.

O objetivo geral do acordo é o “intercâmbio de experiências, informações e tecnologias, visando ao compartilhamento de dados, à capacitação, ao aperfeiçoamento e à especialização técnica de recursos humanos, à promoção do combate à pirataria, ao desenvolvimento institucional e da gestão pública, mediante a implementação de ações conjuntas ou de apoio mútuo e de atividades complementares de interesse comum”.

  • Criação de fluxo administrativo sustentável para compartilhamento de documentos, estudos, pesquisas, metodologias, bancos de dados, conhecimentos, intercâmbio de projetos, experiências nas respectivas áreas de atuação e informações técnicas que não demandem juízo de valor terminativo expedido pelos órgãos superiores, sobre temas ligados a ações de combate à pirataria, Condecine-Teles, canais de distribuição obrigatória, mercados relevantes de audiovisual, dentre outros considerados de interesse das partes;
  • Realização, promoção, organização, incentivo ou apoio de eventos, formatados como seminários, workshops, palestras, conferências, simpósios, encontros, congressos ou quaisquer outros eventos de capacitação em temas específicos, treinamento, aperfeiçoamento ou reciclagem de pessoal para discussão de temas afetos aos mercados regulados pelas duas agências;
  • Realização conjunta de estudos temáticos, pesquisas e produção de materiais didáticos, educativos e informativos acerca dos mercados regulados pelas duas agências.

As agências esperam que o acordo resulte na formalização do processo de fluxo de troca simplificada de informações, na realização de ao menos um evento conjunto dentro do prazo de vigência e na realização de ao menos um estudo temático anual.

A parceria tem vigência de 24 meses e prevê expansão.

Fonte: Teletime

5g

Ministros das Comunicações e da Saúde sugerem projeto de conectividade em UBS

ministro das Comunicações, Juscelino Filho, reuniu-se nesta semana com a ministra da Saúde, Nísia Trindade, para discutir a conectividade na saúde. Entre os assuntos abordados, destacou-se a universalização da conexão para as Unidades Básicas de Saúde (UBS), a garantia de acesso à internet para agentes comunitários e a atenção à saúde indígena.

“Dentro da elaboração do Plano Nacional de Inclusão Digital Social, estruturado de forma setorial e temática, estamos priorizando o tema da saúde para aprimorar o atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), além de proporcionar ferramentas aos agentes públicos que fomentem o atendimento preventivo e remedial”, afirmou o ministro. Ele também lembrou que, das 43 mil UBS existentes no Brasil, aproximadamente 1,3 mil ainda estão desconectadas.

Para solucionar o problema, Juscelino Filho propôs a utilização de satélites geoestacionários (como o SGDC, da Telebras) no modelo utilizado na parceria entre os ministérios das Comunicações (MCom) e da Saúde (MS) para apoio humanitário no território Yanomami e às vítimas das chuvas no litoral norte do estado de São Paulo. “Queremos expandir a atuação na saúde indígena utilizando os recursos bem sucedidos nesses atendimentos emergenciais”, ressaltou.

ministra da Saúde também enfatizou o sucesso da parceria entre as áreas técnicas das Pastas. “O que temos observado é que a inclusão digital é fundamental para o exercício da cidadania em todas as áreas de atuação do Governo Federal”, defendeu Nísia Trindade ao apontar o objetivo de levar o SUS aos locais mais distantes do país.

Iniciativas

O MCom possui iniciativas de apoio à ampliação do acesso à saúde principalmente em áreas indígenas, rurais e remotas. Pelo Wi-Fi Brasil, por exemplo, são mais de 700 pontos de banda larga gratuita instalados em unidades de saúde de todo o país, além de 191 em territórios indígenas. A pasta considera que a implementação do 5G aperfeiçoará o atendimento remoto, além de possibilitar a realização de cirurgias à distância. “Temos a tecnologia, só faltava a vontade e o trabalho, que estão começando agora”, reforçou Juscelino Filho.

Fonte: Teletime

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Ascenty levanta US$ 1 bilhão para investir em novos data centers

        A detentora de estruturas de data center Ascenty, dona de 34 data centers no Brasil, Chile, México e Colômbia, obteve financiamento de US$ 1,025 bilhão pelo prazo de cinco anos em dois instrumentos para construir novas unidades.

        O primeiro instrumentos financeiro foi um Term Loan Facility no exterior, no total de US$ 825 milhões, liderado por Itaú, Natixis, Scotiabank, Credit Agricole, Banco MUFG Brasil e Mizuho. Além desses bancos, outros seis juntaram-se à operação.

        O segundo instrumento foi a emissão de debêntures no mercado local em montante equivalente a US$ 200 milhões, com a liderança do Bradesco. As debêntures foram emitidas em reais e contam com swap para dólar.

        Essas operações alongaram o prazo do endividamento da companhia e adicionaram caixa para expansão de suas atividades no Brasil.

        “Com base no sucesso obtido no financiamento das operações brasileiras, buscaremos agora estruturas semelhantes para os mercados do México, Chile e Colômbia”, comenta Gustavo Sousa, CFO da Ascenty.

        “Essa operação demonstra a confiança que o mercado tem na Ascenty, que se diferencia pela carteira de clientes de longo prazo, como as grandes big techs, mas principalmente por sua capacidade em operação. Apesar de ser uma empresa jovem, com apenas 13 anos, seus projetos atingiram alto nível de maturidade, cerca de 90% de nossa capacidade no Brasil está totalmente operacional,” diz Sousa.

        A Ascenty é controlada pelos fundos Digital Realty e Brookfield. Além dos 34 data centers em operação ou construção no Brasil, Chile, México e Colômbia, é dona de uma infraestrutura de rede de 5.000 km de fibra óptica para interconexão das unidades.

        A Digital Realty, sócia da Ascenty, é a maior empresa de data centers do mundo, com mais de 300 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. (Com assessoria de imprensa)

        Fonte: Telesintese